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Metilcobalamina 50mg ou 25mg-Ampolas de 1 ml

ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA)

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

Não se conhece a causa específica para a esclerose lateral amiotrófica. Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco.

Outra causa provável é que dieta rica em glutamato seja responsável pelo aparecimento da doença em pessoas predispostas. Isso aconteceu com os chamorros, habitantes da ilha de Guan no Pacífico, onde o número de casos é cem vezes maior do que no resto do mundo. Estudos recentes em ratos indicam que a ausência de uma proteína chamada parvalbumina pode estar relacionada com a falência celular característica da ELA, uma doença relativamente rara (são registrados um ou dois casos em cada cem mil pessoas por ano, no mundo), que acomete mais os homens do que as mulheres, a partir dos 45/50 anoS.

Apesar das limitações progressivas impostas pela evolução da doença, o paciente costuma ser uma pessoa dócil, amorosa, alegre, que preserva a capacidade intelectual e cognitiva e raramente fica deprimida.

Sintomas

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Diagnóstico

A doença é de difícil diagnóstico. Em grande parte dos casos, o paciente passa por quatro, cinco médicos num ano, antes de fechar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Tratamento

O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.

A pesquisa com os chamorros serviu de base para o desenvolvimento de uma droga que inibe a ação tóxica do glutamato, mas não impede a evolução da doença. Os experimentos em curso com animais apontam a terapia gênica como forma não só de retardar a evolução, como possibilidade de reverter o quadro.

Em um estudo, pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica ingeriram uma alta dose de  Metilcobalamina forma ativa da vitamina B12. Sabe-se que nesta doença os neurônicos que controlam os movimentos musculares se deterioram., e os pacientes apresentaram uma melhor resposta muscular.

A Farmatec Manipula ampolas de Metilcobalamina de 25mg e 50 mg  1 ml.

 

 

Referencias:

Pott JW, Wassink-Ruiter JS, et al. Methylmalonic acid and homocysteine assessment in the detection of vitamin B12 deficiency in patients with bilateral visual loss. Acta Opthamologica, 2012.
Moore E, Mander A, et al. Cognitive impairment and vitamin B12: a review. International Psycogeriatrics, 2012.
Houston DK, et al. Age-related hearing loss, vitamin B-12, and folate in elderly women. Am J Clin Nutr 69:564-71.

Esclerosantes, Polidocanol, Glicose, Glicerina,

pernas

A escleroterapia é um tratamento  realizado por médico especialista  que pode ser feito a laser, ou com substâncias estéreis especificas injetadas diretamente nas veias.

Após o tratamento, as veias tendem a desaparecer, porem não se pode determinar o tempo e a quantidade necessária de aplicações para que isso ocorra, pois depende de cada paciente do método de tratamento e do esclerosante utilizado, é um procedimento bastante seguro, com poucas complicações. Entretanto, nenhum procedimento é isento de risco e é importante conhecer os efeitos possíveis para permanecer atento aos sintomas e comunicar ao médico caso algo aconteça.

Algumas substâncias  injetáveis para escleroterapia.

Glicose

Glicose com anestésico

Glicerina Crômica

Polidocanol

Polidocanol com Glicose

Oleato de Monoetanolamina.

 

 

Latanoprosta no tratamento de calvície

latanoprosta

Latanoprosta é um análogo direto da prostaglandina f2-alfa, que é utilizado na forma de colírio para a redução da pressão intra-ocular em pacientes portadores de glaucoma de ângulo aberto e hipertensão ocular. Este uso apresenta como efeito adverso o aumento de número, comprimento e espessura dos cílios.
Estudos recentes avaliaram a ação no tratamento de alopecia e foi observado o aumento significativo da densidade capilar, apresentando aumento tanto de pelos velus quanto de pelos terminais. Constatou-se que sua ação ocorre principalmente através do estímulo aos folículos capilares, prolongando a fase anágena e promovendo a conversão da fase telógena à fase anágena.
Observou-se que o desbalanço na concentração de prostaglandinas na região do couro cabeludo leva a uma redução da fase anágena e ao aumento das fases catágena e telógena, assim, maior proporção de fios permanecem na fase de queda e menor proporção na fase de crescimento capilar, gerando a alopecia.
Neste quadro, ocorre a miniaturização dos folículos capilares, reduzindo a conversão de pelos velus a pelos terminais, dando origem a pelos com tamanho e espessura reduzidos.
O uso de Latanoprosta tem apresentado resultados de grande eficácia, promovendo em um período relativamente curto o aumento significativo da densidade capilar e redução de sua queda.

  • Tratamentos:
    Alopecia androgenética feminina
    Alopecia androgenética masculina
    Alopecia areata
    Queda de cabelos
    Prevenção da calvície
    Revitaliza a raiz do cabelo
    Normaliza o ciclo do folículo e conseqüente crescimento do fio
    Estimula a vascularização do couro cabeludo permitindo sua oxigenação
  • Benefícios:
    Estímulo à fase anágena
    Redução da queda capilar
    Aumento da conversão de pelos velus em pelos terminais
    Aumento da densidade e pigmentação capilar
    Efeitos mais potentes, rápidos e duradouros que os tratamentos
    atualmente disponíveis.

 

 

Referencias Bibliográficas.

1. Martindale – 36ª edição
2. Blume-Peytavi U, Lönnfors S, Hillmann K, Garcia BN. A randomized double-blind placebo-controlled pilot
study to assess theefficacy of a 24-week topical treatment by latanoprost 0,1% on hair growth and
pigmentation in healthy volunteers with androgenetic alopecia. J Am Acad Dermatol. 2012 May;66(5):794-
800.
3. Sasaki S, Hozumi Y, Kondo S. Influence of prostaglandin F2alpha and its analogues on hair regrowth and
follicular melanogenesis in a murine model. Exp Dermatol. 2005 May;14(5):323-8.
4. Johnstone MA.Hypertrichosis and increased pigmentation of eyelashes and adjacent hair in the region of the
ipsilateral eyelids of pacients treated with unilateral topical latanoprost. Am J Ophthalmol. 1997 Oct;
124(4):544-7.
5. Elgin U, Batman A, Berker N, Ilhan B. The comparison of eyelash lengthening effect of latanoprost therapy in
adults and children. Eur J Ophthamol. 2006 Mar-Apr;16(2):247-50.

Influenza A/H1N1

gripe 3Influenza, comumente conhecida como gripe suína, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A (H7N9).

Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A vacinação é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza.
A vacina está disponível, gratuitamente, para gestantes, adultos com idade maior que sessenta anos.

lavando as mãos

Prevenção

A prevenção ajuda no combate e difusão do vírus Influenza A/H1N1. As principais ações preventivas são:
Lavar as mãos com água e sabão várias vezes ao dia (principalmente antes de comer ou tocar os olhos, nariz ou boca e depois de tossir, espirrar e de usar o banheiro). Vale também utilizar os antissépticos à base de álcool 70 frequentemente.

 

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/influenza

Curcumina pode auxiliar no emagrecimento

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Estudo realizado durante 28 semanas, em dois grupos de ratos, um grupo com uma dieta rica em gordura (45%), no outro grupo uma dieta pobre em gorduras. Subdividiram o grupo com dieta rica em gordura e uma parte recebeu curcumina, outro grupo não.
O estudo evidenciou que no grupo que recebeu curcumina ocorreu:
•redução das chances de desenvolver resistência insulínica (ou seja, melhorou a sensibilidade à insulina)
•redução da glicemia
•redução do ganho de peso esperado pela dieta ser rica em gordura, ou seja menos massa gorda.

Os achados colaboraram com outro estudo, coordenado por Moshen Meydani, do Centro de Pesquisa em Nutrição Humana da Universidade Tufts, de Boston. O estudo foi feito com animais: um grupo de ratos foi alimentado com uma dieta balanceada (grupo de controle), outro com uma dieta com alta quantidade de gordura e um terceiro com a mesma dieta alta em gorduras acrescida de suplementos com curcumina em doses relativamente baixas (1,5 mg a 1,75 mg por dia). Após 12 semanas, o peso e a distribuição de gorduras nos ratos foi avaliada. Resultado: o grupo de ratos que recebeu o suplemento de curcumina ganhou menos peso e gordura corporal do que o grupo submetido à dieta rica em gorduras não acrescida do “tempero”, embora os dois tenham recebido as mesmas quantidades diárias de gorduras e calorias. O grupo que ingeriu curcumina também obteve índices menores de triglicérides, colesterol, gordura no fígado e açúcar no sangue.
Os pesquisadores ainda não sabem se a quantidade de açafrão normalmente usada em receitas com o ingrediente é suficiente para bloquear o complexo desenvolvimento de tecidos gordurosos no organismo humano. Porem a suplementação a base de Curcumina pode ser um paliativo na indução do emagrecimento em humanos.
Estudos também informam que a Curcumina consumida isoladamente,em pequena quantidade é pouco absorvida pelo organismo; em contrapartida, consumir simultaneamente curcumina e pimenta (piperine), aumenta muito a biodisponibilidade da curcumina.
Juntar os dois temperos é uma idéia duplamente boa ? Pelo menos para quem gosta de comidas bem temperadas. Além de ajudar na absorção da curcumina, a pimenta por si só também contribui para o controle do peso, tem ação termogênica, pois aumenta a sensação de saciedade, evitando o consumo elevado de alimentos em uma refeição.

pimenta

Bibliografia

Artigo1: Curcumin Prevents High Fat Diet Induced Insulin Resistance and Obesity via Attenuating Lipogenesis in Liver and Inflammatory Pathway in Adipocytes
Autores: SHAO, W, et al.
Periódico: PLoS One. v.07, n.01
Ano: Jan/2012
Artigo disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3253779/?tool=pubmed

Artigo2: Curcumin Inhibits Adipogenesis in 3T3-L1 Adipocytes and Angiogenesis and Obesity in C57/BL Mice1–3
Autores: MEYDANI, M; et al.
Periódico: Journal of Nutrition. v.139, n.5, p.919-925,
Ano: Mai/2009
Artigo disponível em: http://jn.nutrition.org/content/139/5/919.long